VII Festival Livre Opinião

Caros alunos

É com prazer que convidamos os alunos dos 3.os anos a participar da 7a. edição do nosso já tradicional Festival Livre Opinião! Trata-se de um concurso de textos pra quem gosta de escrever e adora uma polêmica! A única regra é ser opinativo, seja qual for o gênero, o tema e a opinião do texto. Vale dissertação? Vale! Mas vale poema, manifesto, carta ou algo bem diferente? Vale também!

Vejam o regulamento abaixo. E atentem ao prazo: as inscrições vão até o dia 01 de setembro!

Boa sorte!

 

VII Festival Livre Opinião – Regulamento

 
1. A participação no Festival Livre Opinião é facultativa.

 
2. Podem participar do Festival Livre Opinião todos os alunos de 3.as séries do Ensino Médio.

 
3. O aluno participante deverá formular um texto de tema livre, pertencente a qualquer gênero (dissertação argumentativa, artigo de opinião, crônica, carta, manifesto, resenha crítica, poema, etc), desde que seja opinativo, obedecendo ao limite de 40 linhas digitadas em fonte Times New Roman 12.

 
4. Para participar do Festival Livre Opinião, o aluno deverá enviar o texto – sem assinatura, apenas com o número de registro (login do Band) – por e-mail para: FestivalLivreOpiniao@gmail.com.

 
5. O prazo final para a entrega do texto é dia 1.o de setembro.

 
6. Os professores de redação – que não terão acesso aos nomes dos autores dos textos – selecionarão os melhores textos e os publicarão no Blog de Redação (http://redacao3as.colband.net.br/) e no Facebook (Redação Colband) no dia 02 de outubro de 2017.

 
7. A votação dar-se-á durante o período de 02 a 15 de outubro de 2017. A votação será aberta ao público, através da página Festival Livre Opinião no Facebook, e aos professores do Colégio, por meio de uma urna instalada na sala dos professores.

 
8. A divulgação dos vencedores (1.o, 2.o e 3.o lugares) será realizada no dia 17 de outubro de 2017.

 
9. Os vencedores do Festival Livre Opinião receberão como prêmio:

  1. o lugar: 1,5 ponto nas médias de Redação e Laboratório de Redação do 4.o bimestre
  2. o lugar: 1,0 ponto nas médias de Redação e Laboratório de Redação do 4.o bimestre
  3. o lugar: 0,5 ponto nas médias de Redação e Laboratório de Redação do 4.o bimestre

 

10. Cada aluno poderá inscrever no Festival Livre Opinião mais de um texto. Caso o mesmo aluno seja contemplado com mais de uma vitória, ele terá direito apenas a um dos prêmios (no caso, o melhor deles). Exemplo: se um aluno tiver textos premiados com o 1.o e 2.o lugares, ele terá direito apenas ao prêmio do 1.o lugar, de modo que o aluno que obtivera o 3.o lugar passa a ocupar o 2.o lugar e o aluno que ficara em 4.o lugar receberá o prêmio de 3.o colocado.

Texto-modelo da aula 5 – Gabriel Nunes

As cotas raciais nas universidades brasileiras foi o tema norteador da produção textual da aula 5. Os debates, realizados antes da escrita, foram bastante enriquecedores para que os alunos selecionassem argumentos e fortalecessem suas ideias. É exatamente a consistência dos argumentos que se destaca no texto do Gabriel Nunes, da 3B3. Ele conseguiu estabelecer paralelo entre a situação atual e o passado histórico de escravidão do negro, especialmente de como o fim da escravidão se deu no Brasil e como tal processo determinou a perpetuação da pobreza entre negros. A partir dessa contextualização, o aluno mostra por que, em seu entender, as cotas raciais seriam um mecanismo justo de garantir mais acesso da população negra à universidade.

Confiram o resultado. Boa leitura!

A marginalização dos negros e as cotas

As cotas raciais não são um mecanismo perfeito. Podem ser apontadas algumas falhas neste sistema. Todavia, se tratada como uma medida passageira, que inclui os negros no ensino superior, podemos ver que ela traz mais benefícios do que prejuízos.

É fato que o sistema de ensino superior deve ser meritocrático. Para as universidades serem consideradas centros de excelência de pesquisa e formação de profissionais, devem ser recompensados os estudantes que produzem os melhores resultados. Portanto, facilitar a entrada de um grupo de pessoas neste meio, por qualquer motivo, pode ser um desserviço ao sistema educacional.

Porém, se analisarmos a situação sob uma perspectiva um pouco mais pragmática, as cotas raciais provam-se muito úteis e eficazes. A Lei Áurea, em seus dois parágrafos, indicava apenas o fim da escravidão. Uma mudança necessária, porém não suficiente. Uma simples lei não muda o pensamento de uma sociedade inteira. Portanto, os negros escravizados foram “botados” no mundo, sem nenhum poder financeiro e em meio a uma sociedade racista. Nenhum tipo de medida inclusiva foi então perpetrada. Não é coincidência, portanto, que boa parte da população saiu das senzalas e acabou em favelas: a marginalização se tornou uma decorrência natural.

Diante desse quadro, vê-se que as cotas são uma forma de, agora, 130 anos depois, ser feita justiça para o povo negro, de forma que, finalmente, a cor da pele não determine as oportunidades que cada indivíduo terá. Além do mais, há de se ressaltar que as cotas não são um mecanismo eterno. A exemplo dos Estados Unidos, as cotas devem ser empregadas na mesma medida em que o ensino básico público, que tem a maioria dos alunos negros do Brasil, é melhorado. Quando este for tão bom quanto o privado, as cotas poderão parar de ser adotadas e, nesse caso, será possível ter um ensino superior totalmente meritocrático em termos de conteúdo acadêmico.

Assim, apesar de apresentarem problemas, as cotas raciais são um bom mecanismo para a integração, com 130 anos de atraso, da população negra na sociedade brasileira.

Gabriel Nunes, 3B3

Texto-modelo da prova bimestral – Bárbara Nakamuta

Atendendo a pedidos – mais do que justos -, publicamos um texto muito bem avaliado na prova do 1.o bimestre. A ideia é que a leitura de bons textos ilustrem os comentários que os professores fizeram em aula na devolução da prova, principalmente sobre o que se considera uma boa argumentação.

A Bárbara, da 3B1, fez um ótimo texto sobre o tema proposto: os trotes universitários no Brasil. Além da alusão a alternativas adotadas na FMUSP e da analogia com o feudalismo – recursos que lhe garantiram informatividade – a Bárbara conduz o leitor ao seu posicionamento contrário aos trotes, com argumentos persuasivos. É notável que não há muitas informações, mas ideias selecionadas e trabalhadas em profundidade. Esse é um bom caminho para conseguir um resultado consistente. Confiram o resultado!

 

Vassalagem universitária

A prática de trotes nas universidades é tão disseminada pelo Brasil que se tornou praticamente norma a sujeição dos calouros, por pura coerção social, a situações desagradáveis e constrangedoras. Ainda que seja vista por muitos como simples brincadeira ou rito de passagem, a ocorrência do trote é lastimável e perniciosa à comunidade universitária.

O trote, ao contrário do que é difundido nas universidades onde ocorre, não constitui uma cerimônia de iniciação adequada ou proveitosa. Sua prática, além de poder causar sérios acidentes, por vezes arruína, por meio de prendas e brincadeiras de mau gosto, um dia que deveria ser especial para os calouros e dedicado à parabenização deles pelo ingresso à faculdade. Ademais, embora defendido como rito de passagem, mal necessário ou tradição obrigatória, o trote é totalmente dispensável e substituível. Em faculdades onde foi abolido, como a Faculdade de Medicina da USP, os primeiros dias dos calouros são marcados não por vergonha e desconforto, mas pela introdução, conduzida pelos veteranos, às instalações do campus, pelo diálogo e troca de experiências entre estudantes. Dessa forma, ocorrem o estabelecimento de relações interpessoais e a verdadeira integração, marcando a primeira semana do calouro de modo infinitamente mais positivo do que um trote faria.

É fato que nem todos os trotes são violentos ou humilhantes, mas todos são prejudiciais ao contribuir para o fortalecimento de uma rígida hierarquia dentro da faculdade. Com a execução de ordens e brincadeiras do trote, os calouros se submetem aos veteranos, estabelecendo relação desigual bastante semelhante às de suserania e vassalagem do feudalismo, na qual um vassalo, por meio também de um ritual, declarava submissão a seu senhor. A diferença, contudo, além do milênio transcorrido desde a Idade Média, é que enquanto os vassalos cultuavam gratidão e lealdade a seus suseranos, os calouros, devido à hostilidade do trote, passam a ter uma imagem negativa dos veteranos, prejudicando suas relações. Dessa forma, um ambiente universitário, em que todos deveriam se unir e se integrar em pé de igualdade, passa a ser uma sociedade fragmentada e quase estamental, dividida entre calouros e veteranos.

Logo, o trote é uma prática lamentável que surte consequências mais profundas do que, em um primeiro momento, se imagina. Por não trazer nada de benéfico à experiência de ingresso dos calouros à universidade e ainda prejudicar suas relações com veteranos, o trote deveria ser abolido por todas as universidades.

Bárbara V. Nakamuta

Texto-modelo da aula 3 – Victor Bartholomeu

Para finalizar a coletânea de textos-modelo sobre o uso de cobaias animais, segue a redação do Victor Bartholomeu, da 3B3. O Victor – ou Barthô! – fez uso de uma estratégia bastante pertinente: a apresentação e desconstrução dos argumentos contrários à sua tese – de que é válido usar cobaias animais em experimentações científicas. Observem o resultado dessa estratégia. Boa leitura!

 

Conclusões equivocadas sobre o uso de animais na experimentação científica

Movimentos organizados em prol da defesa dos animais, juntamente com cidadão que simpatizam com essa causa, são ferrenhos críticos do uso de animais em pesquisas científicas. Esses indivíduos e organizações, porém, desconsideram que os condutores de experimentos com cobaias se importam com o sofrimento dos animais e que estes visam mais do que apenas ao lucro.

Os principais argumentos defendidos por ativistas contrários à utilização de animais em experimentações científicas são os de que os responsáveis por tais pesquisas visam somente ao lucro. Além disso, apontam que por os cientistas serem cruéis, além de ignorarem o sofrimento das cobaias, as submetem a isso por interesses não justificáveis, ou seja, motivos fúteis. Porém, os ativistas desconsideram fatos essenciais, o que os leva a um grande equívoco da parte deles.

Primeiramente, a motivação da pesquisa científica não é puramente econômica. Muitas pesquisas têm como finalidade a melhora da condição de vida do nosso planeta, como a cura do câncer e da AIDS, doenças responsáveis pela morte de milhares de pessoas. Portanto, é possível afirmar que a pesquisa científica, na qual animais estão envolvidos, também possuem finalidade humanitária.

Além disso, de modo geral, os cientistas se importam com o sofrimento dos animais. Inclusive, eles só os usam por não haver outra opção. Não há como simular sistemas complexos humanos, como o sistema nervoso, sinteticamente, e nem certas circunstâncias, como a depressão. Aliás, devido à preocupação da comunidade científica em relação à ética no uso de animais, foi sancionada a Lei Arouca, que visa ao bem-estar das cobaias. De acordo com a regulamentação, para o sofrimento animal ser evitado ao máximo, as cobaias devem ser submetidas a analgésicos durante os experimentos caso elas sofram. Além disso, caso não seja possível evitar o sofrimento, a cobaia deve sofrer eutanásia.

Um outro equívoco sobre as pesquisas é o de que os cientistas visam apenas a interesses humanos. Tal crença é uma mentira, pois o avanço científico pode ser aplicado de diferentes maneiras, envolvendo tanto interesses humanos como não-humanos. Exemplos de interesses não-humanos que podem receber atenção são a criação e o aprimoramento de produtos e vacinas animais, além da criação de organismos sintéticos que os substituam perfeitamente em testes, livrando-os do envolvimento com o assunto.

Em resumo, há muito equívoco da parte opositora ao uso de animais na experimentação científica. Os cientistas só os usam porque é a única alternativa, e não porque são maus ou negligentes. Além disso, levam a condição deles em consideração.

Victor Bartholomeu

Texto modelo da aula 3 – Luísa Luna

Com vocês, mais um texto modelo sobre o uso de cobaias em experimentos científicos. A Luísa Luna, da 3B4, fez um bom trabalho de reescrita e criou argumentação consistente, contrária ao uso de cobaias animais. Vejam que, embora não fosse exigência da proposta, a Luísa elaborou uma conclusão com sugestões pertinentes para equacionar o problema. Resultado: ótimo texto, persuasivo e agradável de se ler!

 

Testes em animais e seus limites éticos

Grande parcela da população mundial, assim como indústrias atuantes em diversos âmbitos, são favoráveis ao uso de animais em experimentações científicas e argumentam que a espécie humana, por ser mais importante do que os demais seres vivos, deve subordiná-los aos seus interesses. Submeter os animais a testes extremamente cruéis, entretanto, é um desrespeito a seus direitos.

A utilização de animais em laboratórios, tanto para fins médicos quanto para fins estéticos, tem sido motivo de polêmica na sociedade atual. Animais de várias espécies são empregados em experimentos científicos com o objetivo de comprovar a eficiência de produtos como medicamentos, vacinas e cosméticos. Entretanto, os especialistas devem ter a consciência de que os animais utilizados como cobaias são seres vivos como nós e, dessa forma, também possuem substratos neurológicos que os tornam sensíveis à dor.

Diversas empresas, fabricantes de marcas como a Nivea, Rexona e Hipoglós, ultrapassam diariamente os limites éticos e violam a “Declaração Universal dos Direitos dos Animais”, proclamada pela UNESCO, ao utilizarem animais em experimentações científicas, expondo-os a maus-tratos e causando diversos prejuízos, tanto físicos como psicológicos, ao submetê-los a testes químicos, a escassez de água e comida e encarceramento, o que é inadmissível. No Brasil, ao menos, os animais usados em laboratórios devem ser criados sob condições especiais, em um biotério aprovado pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), que os iniba de qualquer sofrimento, já que, em algumas pesquisas, usar animais é o único jeito de revelar detalhes que outros métodos alternativos não mostram.

Por fim, pode-se concluir que, apesar de ser aprovado pelo Concea o uso de cobaias em determinadas empresas que atendem aos direitos dos animais, é imprescindível que estas invistam em estudos que busquem o desenvolvimento de técnicas alternativas para as pesquisas científicas, como o método “in vitro”, que pode avaliar o risco de alergia provocado por agentes químicos. O setor público também tem o papel fundamental de conscientizar e estimular, seja por meio de estudos ou financeiramente, o surgimento de técnicas alternativas. Dessa forma, será possível amenizar o sofrimento causado aos animais sem, no entanto, comprometer o avanço da ciência e do mercado.

Luísa Luna

Texto modelo da aula 3 – Matias Cardoso

Na aula 3, os alunos fizeram a reescrita do texto produzido na aula anterior, sobre a utilização de cobaias animais em experimentos científicos, considerando os apontamentos do corretor. O resultado do trabalho do Matias, da 3E1, segue abaixo: um texto de argumentação bem consistente, com bom uso das informações disponibilizadas pela coletânea de textos deste Blog, e fluente, agradável de se ler. Vejam como o Matias faz referência aos defensores dos animais – de opinião contrária à dele – de modo respeitoso, reconhecendo méritos em suas ações, para daí se aprofundar em seus próprios argumentos. Ótima estratégia de argumentação em tempos de radicalismos!

Boa leitura!

 

A necessidade do uso de cobaias animais

Matias Cardoso

Movimentos organizados em prol da defesa dos animais, juntamente com cidadãos que simpatizam com essa causa, são ferrenhos críticos do uso de animais em pesquisas científicas. Esses indivíduos e organizações, porém, não levam em consideração que os experimentos com cobaias animais são fundamentais para melhorar a qualidade de vida tanto dos seres humanos quanto dos próprios animais utilizados.

De fato, obviamente, organizações de defesa dos animais são importantes. Devido à pressão feita por ONGs junto a governos e cientistas, o sofrimento das cobaias diminuiu consideravelmente. Criaram-se instituições reguladoras, como o CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) que é responsável pelo credenciamento de empresas que desenvolvem atividades nessa área, que desse modo, ajuda a controlar a utilização e a prevenir o sofrimento dos animais, através, por exemplo, do uso de sedativos caso o experimento cause muita dor. Antigamente, durante a Segunda Guerra Mundial, as cobaias animais, assim como os seres humanos, sofriam muito nas experimentações científicas nazistas. Os soldados alemães não se preocupavam com o bem-estar animal e até mesmo os submetiam a torturas. Porém, isso não ocorre mais, visto que, hoje em dia, os seres vivos têm seus direitos preservados durante as pesquisas.

No mundo atual, a ciência avança de maneira muito rápida. Novas descobertas e novos experimentos acontecem todo dia e com grande frequência. O uso de seres vivos como cobaias é necessário para manter esse ritmo na ciência. Camundongos, por terem fisiologia semelhante com a humana e apresentarem um rápido ciclo reprodutivo, são muito utilizados para experimentações científicas que visam, principalmente, ao desenvolvimento de novos remédios e até mesmo ao melhor entendimento do funcionamento da vida. Sendo assim, essas pesquisas são extremamente importantes para aumentar a expectativa e a qualidade de vida humana e também para beneficiar os animais, pois vários experimentos psicológicos auxiliam veterinários e biólogos a, respectivamente, melhorarem os tratamentos e os cuidados com os animais, e na compreensão de seus ciclos de vida e hábitos.

Além disso, o uso de cobaias não pode ser trocado, inteiramente, por outro método. Recentemente, cientistas desenvolveram células artificiais para substituir o uso de animais em pesquisas científicas. Apesar de esse método ser inovador, ele não é completamente eficiente, uma vez que não serviria em testes psicológicos, em que é necessário observar sentimentos, próprios dos animais. Por exemplo, não seria possível acompanhar determinada reação dessas células artificiais frente a um estímulo, como consegue-se ao submeter a tal estímulo um rato fora de seu habitat natural e percebê-lo um pouco assustado e perdido.

Portanto, conclui-se que as cobaias animais são imprescindíveis para o desenvolvimento científico desde que a sua utilização sempre os respeite e garanta o seu bem-estar.

 

 

A ciência e o uso de animais

cientificojornalismo.wordpress.com

 

Os textos que seguem trazem reflexões sobre o uso de cobaias animais em experimentações científicas. Trata-se de um tema polêmico, que foi especialmente discutido no Brasil em 2013, quando ocorreram ações em defesa dos animais no Instituto Royal, em São Roque (SP), de onde vários cachorros da raça Beagle, usados em testes laboratoriais, foram resgatados.

1) “Vocês já se perguntaram o que os animais pensam e sentem?”. Começando por uma pergunta provocativa, a palestra do TED ministrada pelo escritor e ecologista Carl Safina aborda a questão dos sentimentos e mecanismos mentais utilizados pelos animais em várias situações – e normalmente ignorados ou subestimados pelo homem (É possível habilitar as legendas da palestra em português).

2) Já a reportagem publicada no UOL em 20 de novembro de 2015 apresenta o prêmio internacional recebido pela cientista brasileira Bianca Marigliani, doutoranda em biotecnologia pela Unifesp. Sua pesquisa envolve um novo tipo de método in vitro, totalmente sem uso de animais no processo, para avaliar o risco de alergia provocado por agentes químicos.

3) Por fim, a reportagem publicada na revista Veja em 28 de outubro de 2013 e o texto do professora Aureluce Demonte, publicado no Jornal da Unesp em junho de 2009 abordam a questão sob a perspectiva dos cientistas. Ambos apresentam vários ganhos obtidos pelo uso de animais em experimentos científicos.

Depois de tantas indicações, impossível não se posicionar a respeito!